quinta-feira, 31 de março de 2011

Dentistas alertam: as cáries são contagiosas - via:VejaOnline

É comum colocar no consumo de doces a culpa pelo surgimento de cáries nos dentes. Mas o que nem todo mundo sabe é que o açúcar não é o grande vilão deste problema. As cáries podem ser transmitidas de pessoa a pessoa, como ocorre com gripes e resfriados.

as cáries são causadas, principalmente, por bactérias que aderem aos dentes e se alimentam das partículas que sobraram da sua última refeição. Um dos subprodutos criados por elas é um ácido que provoca a degeneração dentária. Assim como o vírus da gripe é contagioso, as bactérias causadoras dessas cáries também o são. E os mais vulneráveis a elas são as crianças. Estudos comprovam que é comum entre os pequenos o surgimento de cáries provocadas por bactérias que estavam no boca de pessoas próximas. O exemplo mais comum são os casos em que as mães decidem provar a comida dos filhos para verificar se o alimento não está quente demais.

a dentista Margaret Mitchell, de Chicago, explica que a transmissão também pode ocorrer entre casais. "Uma vez, uma paciente de aproximadamente 40 anos, que nunca havia tido uma única cárie, apareceu com duas cáries de uma vez, já começando a desenvolver uma gengivite", afirma. Foi quando Margaret descobriu que sua paciente havia começado a namorar um rapaz que não ia ao dentista havia 18 anos e sofria de gengivite.

Para diminuir o risco de contração de cáries, a especialista recomenda o uso frequente de fio dental e bastante escovação, além de chicletes isentos de açúcar, pois estimulam a salivação, limpando as placas e as bactérias.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Essa é boa! BBB11 em Charges de Maurício Ricardo :)

e agora que o programa acabou e a Maria ganhou, achei que devia postar as melhores Charges do Maurício Ricardo aqui - postei as que eu mais gostei.













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terça-feira, 15 de março de 2011

Muito LegaL esse comerciaL da CoroLLa

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Lady Gaga lança pulseira para ajudar vítimas do terremoto no Japão - via: Limão


Sensibilizada com as graves conseqüências do terremoto e tsunami que atingiram o Japão, a cantora norte-americana Lady Gaga criou uma pulseira para arrecadar fundos para as vítimas da tragédia. Com design assinado pela própria artista, o bracelete traz as cores branca e vermelha da bandeira nipônica e a seguinte mensagem: "We Pray For Japan" ("Oramos pelo Japão"), escrita em nas línguas inglesa e japonesa.

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Rir é o melhor remédio, segundo a terapia do riso - via:RevistaPiauí

Paula Duarte, uma jovem magra, baixa, com cabelos curtos, rebeldes e músculos torneados pela ioga, andava com passo apertado devido ao atraso de quase uma hora. Era uma tarde de quinta-feira e ela se demorara no almoço. Funcionária do Instituto Trevo, ela acompanha as visitas dos agentes de saúde às escolas do Rio de Janeiro para fazer a prevenção da dengue. Naquele dia, percorria os colégios da Gávea. Quando finalmente chegou ao endereço procurado, a escola Ciranda Cirandinha, o porteiro informou que as diretoras tinham acabado de sair para o almoço. Ela estranhou e verificou sua agenda. Constatou que havia se enganado de escola: teria que refazer o caminho que acabara de percorrer e chegaria ainda mais atrasada. Paula Duarte caiu na gargalhada. O porteiro deu um sorriso amarelo e fechou a porta.

“Hoje, se alguma coisa dá errado, avião cancelado, trânsito insuportável, eu dou risada. Antigamente, teria me descabelado com o atraso”, disse. Aos 20 anos, Paula era seríssima. Trabalhava com merchandising na Rede Globo, tinha carro, noivo, amidalite, cistite, gastrite e sofria de ansiedade. Para desespero da mãe, decidiu mudar de vida e virar professora de ioga. Deu-se bem na nova profissão e chegou a dar cinco aulas por dia. Mas acabou deprimida com a austeridade da ioga. “A vida era só ‘inspira, expira’, e eu não aguentava mais olhar para o meu tapetinho.”

Deu então uma segunda guinada na vida. Vendeu o carro, foi para a Europa e se matriculou na Escuela Salud Inteligente, em Barcelona, onde se formou terapeuta do riso. Segundo Paula, nove minutos ininterruptos de gargalhada diários aliviam todos os sintomas do estresse.

Desde que foi criada, em 1995, em Mumbai, pelo guru indiano Madan Kataria, a terapia do riso se alastrou pelos cinco continentes e estima-se que 250 mil pessoas a pratiquem em 66 países. Como os números são impossíveis de serem conferidos, o guru sugere que se ria deles. Kataria chegou à conclusão de que não se pode esperar pelos momentos engraçados na vida para rir, e a risada deve ser forçada até que se torne verdadeira. O corpo não sabe diferenciar a risada falsa da verdadeira. Uma vez aprendida a técnica, uma pessoa pode ter crises de riso até em funerais.

a terapia é vendida como uma panaceia. Relatos ao redor do mundo garantem que ela beneficia pacientes com asma, esclerose múltipla, Alzheimer, Parkinson e aumenta as chances de sobrevivência de pacientes com câncer. Dizem ainda que cura mazelas da contemporaneidade como depressão, ansiedade, angústia, transtornos gerais, famílias desestruturadas e limitações físicas ou mentais. O riso também é tiro e queda para pessoas tímidas, ou que tiveram uma educação rígida e se sentem travadas. Os defensores da terapia alegam que o riso produz endorfina e estimula o sistema imunológico. A risoterapia tornaria a vida mais fácil, humana e divertida. Rá! Rá! Rá!

Saiba mais aqui

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Receita: Picolé cremoso de laranja - via: GNT

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Bloqueie celebridades no browser - via: EstadãonLine

Não aguenta mais falar em Charlie Sheen? Lady Gaga? Justin Bieber? Essa extensão do Chrome é para você.

Silence of the Celebs faz o que o nome sugere: bloqueia qualquer menção às celebridades. Basta digitar qual delas você deseja calar — Justin Bieber, por exemplo — e os artigos que o mencionam não aparecem mais.

Parece perfeito, não? O único problema é que a extensão só funciona para os sites que têm suporte à ela — (The Huffington Post, CNN, TMZ e The New York Times têm).

Se a sua birra é só com o Charlie Sheen, há uma extensão específica para ele: Tinted Sheen, que funciona em Chrome e Firefox.

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terça-feira, 1 de março de 2011

Placebo vicia (e outros efeitos curiosos) - viaqui: Superinteressante

Se tem uma coisa realmente maluca na ciência, é o placebo. Uma pessoa doente toma um comprimido sem qualquer valor terapêutico, sem nenhuma substância curativa em sua composição. Não há remédio ali. Mas, de algum jeito, ele faz você se sentir melhor. a simples sugestão de que a dor vai passar faz a dor, de fato, passar.

O australiano Daniel Keogh (vale dar uma olhada no canal dele no YouTube) criou uma animação bem bacana falando sobre alguns dos efeitos particularmente curiosos desse remedinho quase-mágico. Dá uma olhada (em inglês).

Ele conta, por exemplo, que o placebo funciona mais quando o comprimido em si é maior; que a cor do comprimido, o preço e a embalagem em que ele vem podem alterar o efeito; e até que placebo vicia – em um estudo, um grupo de mulheres recebeu o “medicamento” por cinco anos; 40% delas apresentou sintomas de abstinência depois.

Isso mesmo, abstinência de um remédio sem qualquer componente químico que vicie.


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Vídeo - Levando bexiga de água na cara (em camera Lenta )

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